Olá,
17-01-2009
Ontem, eu me vi contente apenas com o que tenho em mãos, sem muita maquiagem ou outros tipos de disfarces. Vi-me nua. E ainda um pouco confusa, mas eu consigo sentir o vento da liberdade em meu rosto, outra vez. Então, percebi o que importara àquela hora eram a pequena pilha de sólidos que meus braços conseguem alcançar, as tímidas sensações que estão vibrando dentro de mim - o mais irônico é que eu já as sentira antes, porém quando vêm de outro alguém, elas costumam aparentar novas, curiosas, talvez, que elas sejam realmente diferentes, afinal, ninguém é igual a ninguém – e as cores que posso enxergar, mesmo sendo estas não tão belas como os quadros de Da Vinci.
Talvez, eu ainda me importe, pudera, não consigo deteriorar sentimentos e ou vontades de uma hora para a outra, mas não me culpo por isso, ainda que seja incômodo. Estou acostumando meu cérebro a amar outro toque, outro cheiro, outro beijo – vamos lá! Não é tão frígido assim. A queda de outrora foi feroz, no entanto consigo sentir minhas asas, eu posso voar outra vez ou como dizem por aí “estar nas nuvens”.
Sem precipitar por agora, mas também não cessar, ninguém sabe ao certo o tempo que um leva para ser especial e o outro ser esquecido, não há regras e essa é a melhor parte. Mas tudo vai bem e não preciso mais arrumar as malas e fugir por aí, estou segura nos braços em que costumo abraçar, eu tenho grandes amigos, cada um com um sorriso envolvente que me faz bailar em um tom tão sereno. Não me perdi nesse devaneio, nem em um tufão que passou pelo meu caminho e olha que tudo parecia apontar contra mim!
Então, ontem, eu percebi que não preciso do mundo aos meus pés para ser feliz e ainda que flechas e facas apontem para você, sempre tem alguém lhe protegendo. Eu possuo idéias, acredito no amor, tenho um buscopan na minha bolsa junto com uns trocados enrolados com sonhos e objetivos e também um alguém para eu dizer que tudo vai ficar bem. Por enquanto, já me basta para dizer que a alegria agora reina com mais força em meu interior.
Ps.
Não é tão difícil juntar as peças, não darei de bandeja os sentidos.



5 comentários:
"eu consigo sentir o vento da liberdade em meu rosto, outra vez.[...]não consigo deteriorar sentimentos e ou vontades de uma hora para a outra, mas não me culpo por isso[...]consigo sentir minhas asas, eu posso voar outra vez ou como dizem por aí “estar nas nuvens”[...]ninguém sabe ao certo o tempo que um leva para ser especial e o outro ser esquecido, não há regras e essa é a melhor parte".
É realmente a melhor parte da vida: a surpresa. Tudo está se mexendo toda hora, a incerteza não deveria levar ao sofrimento, mas leva a uma ansiedade normal da qual não devemos nos culpas: somos seres humanos que sorriem e choram, perdem e ganhem, e que por trás de todos esses resultados não existem rótulos de fracassado e vencedor: todos somos tudo em algum momento da vida, e por isso a vida é tão completa, tão única para cada mente e tão incerta quando ao futuro, viver é um presente de Deus :)
Jornalismo é minha vida rpá! largar? jamais!
quero letras pq eh uma outra área que goste, e será uma garantia a mais =)
juro ki volto aki pra reler es post... to com um sono da porra, li e n entendi nda no momento hehehe
=****
Ô moça! muito obrigado pelo comentario viu? Vou procurar vir sempre aqui no seu cantinho. E vc? de Salvador? Bjo Bjo
Que bacana. Manda o seu msn pra eu adicionar? =*
Devidamente adicionada =]
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